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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Feriado: Dia do Trabalhador

Devido ao feriado de 1º de maio, dia do trabalhador, não haverá expediente na Clínica no sábado dia 02/05.
Desejamos a todos um ótimo feriado!

domingo, 26 de abril de 2015

Psicoterapia: A dor da perda



A morte de alguém que nos é querido traz uma dor profunda e cada um de nós reage e vive esta dor de um modo e num tempo específico. Lidar com a perda e adaptarmo-nos a uma ausência é o que se chama o processo de luto.
No processo de luto passamos por uma fase inicial de negação em que de algum modo continuamos a aguardar um telefonema e cuidamos dos seus bens ("Não é verdade! Não pode ter acontecido..."), a segunda fase é a raiva, onde passamos por um período de revolta com a situação ("porque a mim?! Porque levaram esta pessoa que me é tão querida?!"). A terceira fase é barganha, a negociação, em que tendemos a fazer promessas de nos tornarmos 'melhores pessoas' se nos derem de volta a pessoa (ou situação) perdida. A quarta fase é a depressão, no qual vivenciamos a tristeza – esta pode ser passageira ou pode tomar proporções de maior gravidade. 
Um "luto normal" pode levar até cerca de 2 anos e termina na quinta fase que é a da aceitação, em que conseguimos voltar a criar laços e a dedicar-nos à vida, lembrando-nos de quem partiu com tristeza, mas sem nos devastar emocionalmente.
É importante ressaltar que cada um de nós passa por estas diferentes fases com maior ou menor intensidade e numa sequência própria.
Naturalmente que não existe uma forma certa de elaborar o luto. Este traz sempre sofrimento. O fundamental é no tempo de cada um, ir avançando e procurando outras formas de lidar com a realidade, com a vida. 
Por vezes, poderemos sentirmo-nos demasiado sozinhos ou incompreendidos e, nesse sentido, poderá ser útil procurar ajuda profissional através de psicoterapia individual, familiar ou grupos de ajuda.
A dor do adeus tem de ser vivida para que o reencontro com a vida aconteça de forma harmoniosa.

Por: Fabiana Delvecchio - CRP 06/98961

Avaliação Multidisiciplinar: Atuação Fonoaudiológica e Cirurgia Bariátrica



A Obesidade de grandes proporções piora e/ou reduz a qualidade de vida e interfere na capacidade de produtividade do indivíduo.
Com etiologia multifatorial, a Obesidade pode estar associada à comorbidades, não respondendo a tratamentos, o que culminaria com indicação de Cirurgia Bariátrica.
A intervenção fonoaudiológica na equipe multidisciplinar de Cirurgia Bariátrica consiste em avaliação e acompanhamento no pré e pós-operatório.
Na avaliação do Sistema  Estomatognatico   e  Funcional, a Fono tem como objetivo  analisar  o Equilíbrio Miofuncional de Órgãos que atuam no ato mastigatório; observar e orientar o paciente sobre complicações clínicas que possam comprometer o resultado final.
Ocorrências  como engasgos, empachamentos, pirose e  vômitos são possíveis em função de alterações na mastigação, deglutição e digestão. A intervenção fonoaudiológica consiste:
adaptação funcional oral as novas características morfológicas funcionais,reeducação mastigatória das estruturas anatômicas, para evitar transtornos digestivos,
adequar quantidade e qualidade para o paciente saborear antes de deglutir trabalhar com mioterapia orofacial o ronco e apneia. No pós operatório a relação paciente e alimentação é relevante no processo de adaptação de consistências, evoluindo de líquido, pastoso até normal.
A importância  da atuação fonoaudiológica se consolida na recondução do paciente ao convívio social e profissional.

Por: Elda Conceição Fernandes Engel - CRF 1376/SP

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Nutrição: A Obesidade é um problema de saúde bastante sério



Devemos entender que a obesidade é uma doença crônica. A pessoa obesa sofre constantes discriminações por parte da sociedade, como se ela fosse culpada pelo seu estado.
Na verdade a pessoa obesa nada mais é do que uma vítima de fatores orgânicos, genéticos, hormonais, os quais têm implicações fortes para o controle da doença.
No entanto é preciso avaliar todo o contexto e agir sobre cada um dos pontos que interfiram no sucesso de uma Reeducação Alimentar, mudanças de comportamento, estilo de vida, buscando ajuda com profissionais como médico, nutricionista, psicólogo, educador físico para que juntos possam ajudar a pessoa que sofre de obesidade.
Entre tantos preconceitos e discriminações, é impossível manter uma autoimagem positiva sem depressão, transtorno de ansiedade e outras perturbações. Alguns estudos mostram que as pessoas s obesas se mostram alegres e despreocupadas no convívio social, mas sofrem com sentimentos de inferioridade e sentem profunda necessidade de se sentirem amadas.
Muitos problemas começam ainda na infância quando a criança obesa é excluída das brincadeiras, pois tem pouca agilidade, ou até mesmo tem dificuldades para locomoção e ainda sofrem com apelidos "jocosos”. Já na fase adulta são bombardeadas com dietas da moda, lipoaspiração, ginástica passiva, eletroestimulação tudo isso em busca de um corpo perfeito!
A sociedade é tão paciente com doenças inevitáveis como o Câncer e tão implacável com a obesidade, fazendo com que haja interferência na vida pessoa, social, profissional e afetiva. A pessoa obesa que acaba sendo tratada como uma pessoa "preguiçosa, sem atitude ou sem força de vontade".

Por: Sonia Carnicelli Felipe da Silva – CRN: 20755

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Avaliação Psicológica Admissional



A Avaliação Psicológica Admissional permite através da combinação de testes, levantar possíveis informações sobre o perfil psicológico do profissional.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Avaliação Multidisciplinar: Cirurgia Bariátrica



O Fonoaudiólogo ajuda na adaptação do paciente pós-cirurgia Bariátrica.
Ajuda a melhorar a mastigação evitando refluxo e vômitos.

Dra. Elda Conceição Fernandes Engel - CRF 1376/SP