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quinta-feira, 4 de abril de 2013

A ARTE DE SE COMUNICAR: UM PODEROSO INSTRUMENTO DE MUDANÇA


Em algumas situações em nossas vidas temos grande dificuldade de ser claro em relação a fatos, sentimentos e posturas.
 A comunicação é muito importante para socialização e é, sem dúvida alguma, um processo de troca de informação. Uma troca que nos dá a oportunidade de sabermos como estamos e se desejamos mudar nossa rota.
Esse processo é chamado de feedback, um termo muito utilizado na eletrônica e também nas viagens espaciais para regular a rota das naves. A estação terrestre passa informação para a nave, que por sua vez envia informação a Terra para que se possa saber se está na rota certa ou se há necessidade de um desvio. 
Em nossas relações interpessoais, por vezes também nos desviamos de nossa rota. Por isso, precisamos da comunicação e de feedback.
Nem todos os feedbacks provocam mudanças. Eles podem ser classificados como positivos: quando provocam uma mudança ou negativos: quando não causam abalo no sistema.
O feedback é um dos instrumentos fundamentais em um processo de mudança, uma maneira de nos tornarmos cientes de como nossa conduta está nos afetando mutuamente.
Podemos aprender a tornar nosso feedback mais positivo do que negativo, para isso:

- Procure falar de forma neutra, sem censura ou julgamento;
- Seja específico e objetivo;
- Procure falar sobre algo que possa ser modificado;
- Procure falar diretamente com a pessoa;
- É sempre bom escolher o melhor momento de falar.

Fabiana Delvecchio
CRP: 06/98961

terça-feira, 2 de abril de 2013

Psicopedagogia



A psicopedagogia busca uma melhor compreensão do processo de aprendizagem: os padrões de desenvolvimento humano e a influência do meio nesse processo. A clínica psicopedagógica é um de seus campos de atuação, cujo objetivo é diagnosticar e tratar os sintomas emergentes no processo de aprendizagem.
            Para isso, no diagnóstico psicopedagógico busca-se investigar e constatar quais são os obstáculos que levam o sujeito para a não aprendizagem ou à dificuldade. Mais do que isso, busca-se obter uma compreensão global de como ele aprende e os desvios que estão ocorrendo nesse processo. Aqui, é importante que o psicopedagogo defina qual é o parâmetro em relação aos desvios (“desvios em relação a quê?”), para melhor delinear o diagnóstico.  Nesse sentido, o terapeuta analisa a história de vida do paciente, onde estão presentes dados do seu desenvolvimento, da família paterna e materna, da constituição da família nuclear, bem como as relações que são estabelecidas dentro dela. Entrelaçando-os com a situação presente do paciente, investigando a origem dos sintomas atuais e como estão interferindo na aprendizagem (escola, socialização e sua relação com o aprender). Utiliza também de instrumentos e técnicas estabelecidas para cada caso.
            Após esse processo, o analista discute com os pais os resultados, eliminando os rótulos e fantasmas presentes nas crenças. Na sequencia, inicia-se o processo de intervenção que visa, ao menos,   minimizar as falhas do processo de aprendizagem.

Júlia M. Yamashiro
Psicóloga com especialização em Psicopedagogia
CRP 06/99288